Produção Gráfica: mais conhecimento técnico e menos malandragem.
Claudio Delgado - chefe de estúdio Binder/FC+G (VOX NEWS) – 17/08/2004 – www.voxnews.com.br
Imaginem só: chega um briefing na agência. A criação faz um brainstorm e a partir daí, surge o conceito. Todo mundo começa a colocar a mão na massa. De repente, o diretor de arte vira para o produtor gráfico e pergunta: O que você acha da gente propor esse tipo de formato? É viável? Posso manipular uma imagem pra que ela fique com 5 cores? Esse banner que estou criando tem que ser feito no formato 1:1 a 300 dpis? Porque as cores da tela não correspondem as que são impressas? Se enviarmos este arquivo em jpeg ou pdf ele terá qualidade de impressão? Essas são algumas das perguntas que se ouve no dia-a-dia de uma agência de propaganda. Será que poderíamos responder: "Preciso ligar para o fornecedor e depois te respondo"?

O fato é que hoje em dia, temos vagas na produção gráfica ocupadas por pessoas que não são produtores gráficos. Essas pessoas, que não acompanharam a evolução tecnológica e estão ali por questões "econômicas", acabam deixando o processo moroso e dependente do fornecedor, seja ele qual for. O que tem que ser entendido é que o produtor gráfico não é só aquele que vira a noite nos fornecedores descascando abacaxis, ou brigando pelo melhor custo e pelo prazo de entrega do material, que está sempre curto. Ele é o profissional que, com o conhecimento técnico do assunto, pode e deve ser um colaborador desde o início do processo da criação, e não somente na fase final.

A criação, em conjunto com o produtor gráfico, pode antecipar um problema e fazer com que ele não exista no processo de pré-impressão e impressão, eliminando assim qualquer possibilidade de desgaste, seja com o fornecedor, com a própria criação, com o atendimento ou mesmo com o cliente, que é o maior prejudicado por uma campanha bem conceituada, bem elaborada e com problemas de impressão e acabamento.

O que não podemos mais é ter pessoas despreparadas ocupando uma função que exige um alto conhecimento técnico. O produtor gráfico de hoje precisa sentar em frente ao computador e dominar os programas gráficos, falar a mesma linguagem técnica do fornecedor, além de saber como finalizar um arquivo e enviá-lo, seja por mídia gravável, e-mail ou ftp. Ou seja, ele precisa de mais conhecimento técnico e menos malandragem.
Bibliografia Básica

· BAER, Lorenzo. Produção Gráfica. 2ed. São Paulo: Senac, 1999.

· FONSECA, Joaquim da. Tipografia & design gráfico: design e produção gráfica de impressos e livros.
Porto Alegre: Bookman, 2008.

· HORIE, Ricardo Minoro. Crie projetos gráficos com Photoshop CS4, CorelDRAW X4 e InDesign CS4 em português. São Paulo: Érica, 2011.

Bibliografia Complementar

· BANN, David. Novo manual de produção gráfica. Porto Alegre: Bookman, 2010.

· COLLARO, Antonio Celso. Produção gráfica: arte e técnica da mídia impressa.
São Paulo: Pearson, Prentice Hall, 2010.

· FRUTIGER, Adrian. Sinais & Símbolos: desenho, projeto e significado. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

· LUPTON, E ll en. Pensar com Tipos. 1.ed. São Paulo: Editora Cosac Naify, 2006.

· MARTINS, Nelson. A imagem digital na editoração: manipulação, conversão e fechamento de arquivos.
Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2009.

junho

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